WebRádio Trindade Santa

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CNBB abre concurso para o cartaz da Campanha da Fraternidade 2011

Atenção povo de Deus!!

Já estão abertas as inscrições para o concurso do cartaz da Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é “Fraternidade e a Vida no Planeta” e lema “A criação geme em dores de parto (Rm 8, 22)”. A Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação Social da CNBB está responsável pelo concurso e receberá o material até o dia 31 de maio de 2010.

De acordo com a Comissão, deve conter no cartaz, além das figuras ilustrativas, os seguintes textos: “Campanha da Fraternidade 2011”, “Fraternidade e a vida no planeta” e “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22).
Um júri irá escolher o melhor cartaz que será distribuído para todo o país.

Os interessados podem enviar material impresso para o seguinte endereço: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Setor de Comunicação Social; SE/Sul – Quadra 801 – Conjunto B – Brasília-DF; CEP 70200-014.

Evwngelho do dia 5 de maio de 2010


EVANGELHO DO DIA. LEIA A PALAVRA DE DEUS
05/05/2010

Evangelho segundo S. João 15,1-8.

«Eu sou a videira verdadeira e o meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que não dá fruto em mim e poda o que dá fruto, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais purificados pela palavra que vos tenho anunciado. Permanecei em mim, que Eu permaneço em vós. Tal como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, mas só permanecendo na videira, assim também acontecerá convosco, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim e Eu nele, esse dá muito fruto, pois, sem mim, nada podeis fazer. Se alguém não permanece em mim, é lançado fora, como um ramo, e seca. Esses são apanhados e lançados ao fogo, e ardem. Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e assim vos acontecerá. Nisto se manifesta a glória do meu Pai: em que deis muito fruto e vos comporteis como meus discípulos.»





Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Bem-aventurado Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e missionário no Sahara
Meditações sobre os salmos, Sl 1

Dar fruto a seu tempo


«Feliz do homem que [...] medita na Lei dia e noite. É como uma árvore plantada à beira das correntes, que dá o seu fruto na estação própria» (Sl 1, 1-3). Meu Deus, vós dizeis-me que eu serei feliz, feliz com a verdadeira felicidade, feliz no último dia [...], que, por mais miserável que seja, sou uma palmeira plantada à beira das águas vivas, das águas vivas da vontade divina, do amor divino, da graça [...], e que darei o meu fruto a seu tempo. Dignai-Vos consolar-me; sinto-me sem fruto, sinto-me sem boas obras, digo a mim próprio: converti-me há onze anos, e que tenho feito? O que foram as obras dos santos e quais são as minhas? Vejo-me de mãos vazias de bem.

Dignai-Vos consolar-me: «Tu darás fruto no teu tempo», dizeis-me. [...] Qual é esse tempo? O tempo de todos nós é o dia do juízo final; e Vós prometeis-me que, se persistir na boa vontade e no combate, por mais pobre que me veja, terei frutos nessa hora derradeira.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Evangelho do dia 4 de maio de 2010



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
São João 14,27-31

27 «Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe o vosso coração, nem se assuste.28 Ouvistes que Eu vos disse: Vou e voltarei a vós. Se vós Me amásseis, certamente vos alegraríeis de Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu.29 Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis.30 Já não falarei muito convosco, porque vem o príncipe deste mundo. Ele não pode nada contra Mim,31 mas é preciso que o mundo conheça que amo o Pai e que faço como Ele Me ordenou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

EVANGELHO DO DIA 3 DE MAIO DE 2010


EVANGELHO DO DIA. LEIA A PALAVRA DE DEUS



Evangelho segundo S. João 14,6-14.

Jesus respondeu-lhe: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir até ao Pai senão por mim. Se ficastes a conhecer-me, conhecereis também o meu Pai. E já o conheceis, pois estais a vê-lo.» Disse-lhe Filipe: «Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta!» Jesus disse-lhe: «Há tanto tempo que estou convosco, e não me ficaste a conhecer, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como é que me dizes, então, 'mostra-nos o Pai'? Não crês que Eu estou no Pai e o Pai está em mim? As coisas que Eu vos digo não as manifesto por mim mesmo: é o Pai, que, estando em mim, realiza as suas obras. Crede-me: Eu estou no Pai e o Pai está em mim; crede, ao menos, por causa dessas mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim também fará as obras que Eu realizo; e fará obras maiores do que estas, porque Eu vou para o Pai, e o que pedirdes em meu nome Eu o farei, de modo que, no Filho, se manifeste a glória do Pai. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, Eu o farei.»





Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Discurso sobre os Salmos, Salmo 86

São Filipe e São Tiago, apóstolos, fundamentos da cidade santa (Ap 21, 14)


«O seu fundamento está sobre os montes santos. O Senhor ama as portas de Sião» (Sl 86, 1-2) [...] «Sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o alicerce dos apóstolos e dos profetas, com Cristo por pedra angular» (Ef 2, 19-20). [...] Cristo, pedra angular, e as montanhas, ou seja, os apóstolos e os grandes profetas que são o fundamento de toda a cidade, constituem uma espécie de edifício vivo. E este edifício vivo tem uma voz, que ressoa agora no vosso coração: Deus, hábil artífice, serve-se da minha linguagem para vos incitar a tomardes o vosso lugar nesta construção, como outras tantas pedras talhadas de lados iguais. [...]

Reparai, a forma de uma pedra perfeitamente cúbica é a imagem perfeita do cristão. Por muitas tentações que sofra, o cristão não cai; pode ser violentamente empurrado, revirado, mas não cai. Da mesma maneira, para onde quer que volteis uma pedra cúbica, ela permanece de pé. [...] Sede pois semelhantes a pedras cúbicas, estai preparados para todos os choques; e, seja qual for a força que vos empurre, que ela não vos faça perder o equilíbrio. [...]

Elevar-vos-eis ao vosso lugar neste edifício através de uma vida cristã sincera, pela fé, a esperança e a caridade. A cidade santa é constituída pelos seus próprios cristãos; os homens são, simultaneamente, pedras e cidadãos, porque estas pedras são pedras vivas. «Vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção dum edifício espiritual» (1Ped 2, 5). [...] Por que é que os apóstolos e os profetas são os fundamentos da cidade? Porque a sua autoridade sustenta a nossa fraqueza. [...] Através deles, nós entramos no Reino de Deus; eles são os pregadores da salvação. E quando entramos na cidade através deles, entramos nela por Cristo, porque Ele é a porta (Jo 10, 9).

Papa: cristãos devem ser instrumento concreto do amor de Deus


No encontro à praça San Carlo em Turim

ROMA, domingo, 2 de maio de 2010 (ZENIT.org). – Os cristãos devem se fazer intérpretes da esperança no Ressuscitado e instrumento do amor de Deus. Este foi o forte apelo laçado neste domingo por Bento XVI, enquanto falava para mais de 50 mil fiéis reunidos na praça San Carlo, em Turim, onde celebrou a missa.

Acompanhando o Pontífice ao altar, o prefeito da cidade de Turim, Sergio Chiamparino, dirigiu uma saudação a Bento XVI, após lembrar os numerosos santos da região, sublinhando como a cidade “sempre reconheceu o valor público da religiosidade”, especialmente “neste momento em que todos, crentes ou não, são chamados a refletir sobre o significado profundo representado pela imagem do Sudário”.

Coube em seguida ao cardeal Severino Poletto, arcebispo de Turim, fazer as honras da casa, destacando como as comunidades e igrejas de sua arquidiocese se prepararam “para este autêntico evento de graça” com uma Novena especial.

“Turim” – prosseguiu ele – “é uma cidade magnífica e complexa, que soube desempenhar ao longo de sua história cristã milenar sua missão de anunciar o Evangelho e oferecer a todos o serviço da caridade”.

“Nossos numerosos santos do passado e do presente” – acrescentou “nos ajudam, ainda hoje, e talvez ainda mais que no passado, a sermos capazes de carregar todas as cruzes e sofrimentos de nossos irmãos, como nos chama a fazer a Ostensão do Sudário”.

De fato o Sudário, observou o cardeal, nos chama “a contemplar o imenso sofrimento de Jesus ao longo de sua paixão, mas também a ampliar nosso olhar sobre o sofrimento das mulheres e homens de nosso tempo, realizando assim o objetivo indicado no lema 'Passio Christi, Passio hominis', que é o de encontrar na paixão de Jesus a força necessária para nos fazermos próximos a todos os nossos irmãos e irmãs postos a prova pela experiência cotidiana da cruz”.

Posteriormente, no curso de sua homilia, Bento XVI refletiu sobre o Evangelho de João, lido neste domingo, no qual Jesus deixa aos apóstolos “um mandamento novo”, exortando-os “a viver seu próprio amor”.

“Amar aos demais como Jesus nos amou” – disse o Pontífice – “só é possível com aquela força que nos é comunicada por nossa relação com Ele, em especial na Eucaristia, na qual se torna presente de modo real seu Sacrifício de amor que gera amor”.

Refletindo sobre a atualidade, o Santo Padre falou sobre as dificuldades que atingem também à cidade de Turim: “penso, em particular, em todos aqueles que vivem concretamente sua existência em condições de precariedade, seja por falta de trabalho, por incertezas em relação ao futuro, ou ainda pelo sofrimento físico e moral; penso nas famílias, nos jovens e nos idosos que, com frequência vivem na solidão; penso nos marginalizados, nos imigrantes”.

“Sim, a vida nos leva a afrontar muitas dificuldades, muitos problemas, mas é justamente a certeza que advém da fé, a certeza de que não estamos sós, de que Deus ama a cada um sem distinção e está próximo de cada um com seu amor, que torna possível afrontar, viver e superar as exigências impostos pelos problemas cotidianos”, exclamou.

“Foi o amor universal de Cristo ressuscitado que levou os apóstolos a saírem de si mesmos, a difundirem a palavra de Deus, a doarem-se aos outros sem reservas, com coragem, alegria e serenidade”, continuou.

Isto porque “o Ressuscitado possui uma força de amor que supera qualquer limite, que não se detém diante de nenhum obstáculo. E a comunidade cristã, especialmente nas realidades empenhadas pastoralmente, devem ser instrumento concreto do amor de Deus”.

O Papa então dirigiu uma palavra de ânimo especial aos sacerdotes: “que saibam alcançar diariamente pela relação de amor com Deus na oração a força para levar o anúncio profético de salvação; que possam centrar vossa existência no que é essencial do Evangelho; cultivar uma real dimensão de comunhão e de fraternidade no interior do presbitério, com vossas comunidades, no relacionamento com o Povo de Deus; que possam testemunhar no ministério a força do amor que vem do Alto”.

Dirigindo-se em seguida às famílias, Bento XVI exortou “a viverem a dimensão cristã do amor nas ações simples do dia-a-dia, nas relações familiares, superando divisões e incompreensões”.

Falando então aos jovens, o Papa os exortou a “não perderem jamais a esperança, aquela que advém do Cristo Ressuscitado, da vitória de Deus sobre o pecado e sobre a morte”.

Finalmente, o Pontífice encorajou todos os fiéis da Igreja de Turim “a permanecerem firmes na fé que receberam e dá sentido à vida; a não perderem jamais a luz da esperança no Cristo Ressuscitado, que é capaz de transformar a realidade e tornar novas todas as coisas; a viverem na cidade, nos bairros, nas comunidades, nas famílias, de modo simples e concreto, o amor de Deus: ‘amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”.

domingo, 2 de maio de 2010

EVANGELHO DO DIA 2 DE MAIO DE 2010


EVANGELHO DO DIA. LEIA A PALAVRA DE DEUS



Evangelho segundo S. João 13,31-33.34-35.

Depois de Judas ter saído, Jesus disse: «Agora é que se revela a glória do Filho do Homem e assim se revela nele a glória de Deus. E, se Deus revela nele a sua glória, também o próprio Deus revelará a glória do Filho do Homem, e há-de revelá-la muito em breve.» «Filhinhos, já pouco tempo vou estar convosco. Haveis de me procurar, e, assim como Eu disse aos judeus: 'Para onde Eu for vós não podereis ir', também agora o digo a vós. Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.»



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Um caminho simples

«Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.»


Digo sempre que o amor começa em casa. Primeiro está a família, depois a cidade. É fácil fingir amar as pessoas que estão longe; mas é muito menos fácil amar aqueles que vivem connosco ou que estão muito perto de nós. Desconfio dos grandes projectos impessoais, porque o importante são as pessoas. Para se amar alguém, é preciso estar perto dessa pessoa. Toda a gente precisa de amor. Todos nós precisamos de saber que temos importância para os outros e que temos um valor inestimável aos olhos de Deus.

Cristo disse: «Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei». E disse também: «Aquilo que fizerdes ao mais pequeno dos Meus irmãos, a Mim o fazeis» (Mt 25, 40). É a Ele que amamos em cada pobre, e todos os seres humanos são pobres de alguma coisa. Disse Ele: «Tive fome e destes-Me de comer, estava nu e vestistes-Me» (Mt 25, 35). Recordo sempre às minhas irmãs e aos nossos irmãos que o nosso dia consiste em passar vinte e quatro horas com Jesus.

sábado, 1 de maio de 2010

EVANGELHO DO DIA 1 DE MAIO DE 2010


EVANGELHO DO DIA. LEIA A PALAVRA DE DEUS
01/05/2010 às 05:00


Evangelho segundo S. João 14,7-14.

Se ficastes a conhecer-me, conhecereis também o meu Pai. E já o conheceis, pois estais a vê-lo.» Disse-lhe Filipe: «Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta!» Jesus disse-lhe: «Há tanto tempo que estou convosco, e não me ficaste a conhecer, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como é que me dizes, então, 'mostra-nos o Pai'? Não crês que Eu estou no Pai e o Pai está em mim? As coisas que Eu vos digo não as manifesto por mim mesmo: é o Pai, que, estando em mim, realiza as suas obras. Crede-me: Eu estou no Pai e o Pai está em mim; crede, ao menos, por causa dessas mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim também fará as obras que Eu realizo; e fará obras maiores do que estas, porque Eu vou para o Pai, e o que pedirdes em meu nome Eu o farei, de modo que, no Filho, se manifeste a glória do Pai. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, Eu o farei.»




Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Santo Ireneu de Lyon (c. 130-c. 208), bispo, teólogo e mártir
Contra as heresias, IV, 5

«Quem Me vê, vê o Pai.»


O esplendor de Deus dá vida: portanto, quem vê a Deus tomará parte na vida. Eis por que razão Aquele que é intangível, incompreensível e invisível Se oferece para ser visto, compreendido e tocado pelos homens; para poder dar a vida aos que Lhe tocam e O vêem. Porque, se a Sua grandeza é insondável, a Sua bondade também é inexprimível e é graças a ela que Ele se deixa ver e dá vida aos que O vêem.

É impossível viver sem a Vida; não há vida sem a participação em Deus; e essa participação em Deus consiste em ver a Deus e em gozar da Sua bondade. Assim, portanto, os homens verão a Deus para que vivam [...], segundo o que Moisés disse no Deuteronómio: «Hoje mesmo damo-nos conta de que Deus pode falar ao homem e este continuar vivo!» (Dt 5, 24). Deus é invisível e inexprimível [...], mas todos os seres aprendem pelo seu Verbo que há um só Deus Pai, que contém todas as coisas e dá existência a todas as coisas, como diz o Senhor: «A Deus jamais alguém O viu. O Filho Unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem O deu a conhecer» (Jo 1, 18).

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