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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lectio Divina - Leitura Orante da Bíblia

O que é a Lectio Divina? - Não é fácil traduzir literalmente e com exatidão a expressão latina “Lectio Divina”. Habitualmente é chamada de Lição Divina ou leitura orante da Palavra de Deus. Trata-se de uma leitura atenta e sem pressa. Cada dia é meditado e contemplado um texto escolhido e preparado de antemão. Tal leitura não tem apenas a finalidade de satisfazer a curiosidade intelectual do leitor. Ela tem como objetivo alimentar a vida de fé do cristão, fortalecer a união com Deus e animar o apostolado. O vaticano II, na Constituição Dogmática “Dei Verbum”, sobre a Revelação Divina diz que: - “A Lectio Divina é a escuta religiosa e piedosa da leitura sagrada da Escritura” (DV 10). Pressupõe sempre uma atitude de fé orante e abertura de coração.
O encontro: - A leitura orante da Sagrada Escritura sempre tem sido o lugar preferido para o encontro com Deus. É a chamada “Lectio Divina”. Mas, “Lectio” não significa ler a Bíblia somente para adquirir conhecimentos ou obter informações. Trata-se de um encontro profundo e íntimo com Deus que se dirige a nós através da Palavra. É na Palavra que sentimos a unidade e a essência de Deus. No encontro com Deus encontro a mim mesmo de uma maneira nova. Santo Agostinho diz: - “A Palavra de Deus se opõe à tua vontade enquanto não te tornar artífice de tua salvação. Na medida em que tu mesmo fores o teu inimigo, também a Palavra de Deus o será. Torna-te amigo de ti mesmo e também a Palavra de Deus estará em harmonia contigo” (Sermão 110,3). Na medida em que compreendo a Palavra de Deus, compreendo a mim mesmo de uma maneira nova. Compreender o texto bíblico é compreender os meus limites.
O amor à Palavra: - Para a pessoa de fé, a Bíblia é o “Livro de Deus”. Quem segue a Cristo recorre sempre à Sagrada Escritura para encontrar a “Água viva da salvação”. É na escuta atenta da Palavra de Deus que o amor misericordioso e a compaixão vão sendo aprimorados. É sempre o Espírito Santo que suscita o amor e adesão à Palavra. Além do mais, a leitura atenta da Palavra sempre leva à oração e intimidade com o Senhor. É impossível compreender a leitura orante sem chegar à oração, em todas as suas formas e expressões, tais como: - súplicas, hinos, ação de graça, invocações, louvores, pedidos de perdão... Assim, a Lectio Divina passa a ser uma Palavra rezada e não apenas lida. É uma assimilação lenta do texto bíblico, onde a pessoa orante escuta atentamente a voz do Pai e volta o seu olhar e o seu coração para ele.
A escuta da Palavra: - No Antigo Testamento, uma das características peculiar da religião hebraica é, sem dúvida, a escuta atenta da Palavra. Por um lado, Deus fala através dos textos Sagrados; por outro, o povo responde na escuta, acolhendo tal Palavra, impregnando assim da sabedoria divina. Para que o povo de Israel seja “propriedade exclusiva do Senhor, bem como um reino de sacerdotes e uma nação santa”, precisa escutar sua Voz e observar sua Aliança (Ex 19,5-6). A atitude mais digna do ser humano, perante seu Criador e Pai, sintetiza-se na escuta de sua Palavra. Esta requer ambiente de silêncio, recolhimento e abertura. Nosso Deus continua a falar a cada pessoa que escuta atentamente sua Palavra.
Os quatro passos: - A leitura divina é dividida em quatro passos: - leitura – meditação – oração – contemplação. A leitura orante da Bíblia procura a união com Deus, à meditação o encontra, a oração o invoca e a contemplação o saboreia. Tal método acende o desejo ardente do coração para Deus. Contemplar é rezar sem palavras. É tornar-se um com Deus. Há uma conexão interna das quatro fases. O principal objetivo da leitura orante é encontrar-se com Deus. Na Lectio Divina, a alma percorre um itinerário espiritual em direção a um encontro sempre mais profundo com Deus.
Ler a Palavra: - Há uma evolução lenta. Aos poucos se passa do ato de ler para escutar a Palavra. Assim, por exemplo, Moisés cumpre sua missão mediadora entre Deus e o povo, lendo a Palavra do Senhor, que estava escrita nas tábuas da Aliança (Ex 24,7). A Lei escrita em pergaminhos, passa a ser chamada de Escritura, que quer dizer exatamente isto: - Lei escrita para ser lida e proclamada. No Novo Testamento Jesus fala com pessoas que conhecem bem a Escritura: - “Nunca lestes o que fez Davi quando teve necessidade, e ele e os que o acompanhavam sentiram fome”? (Mc 2,25). Podemos ver nesta pergunta de Jesus já a origem da Lectio divina.
Meditar a Palavra: - Já nos primeiros séculos do cristianismo, a Igreja, através dos Monges, fez uma grande descoberta: é preciso meditar as Escrituras, ou seja, “ruminar”. A leitura orante leva à meditação. É aí que o cristão percebe a força transformadora da Palavra, assim ele vai formando a consciência reta e clara dos apelos de Deus para poder agir perante a maldade do mundo. Meditar é parar. É tirar tempo para perceber as novidades de Deus. Meditar é mais do que ler. È colocar o ouvido e o coração à escuta.
Rezar a Palavra: - Aquilo que é lido no Antigo Testamento encontra sua realização na vida e nos ensinamentos de Jesus. Os evangelhos constituem o coração de toda a Bíblia. Toda leitura orante tende a conduzir à oração. Rezar é, em primeiro lugar, um relacionamento amoroso e gratuito com Deus. A autêntica oração é sempre união com Deus. É sempre intimidade com o Criador. Os frutos da oração se manifestam ao longo da vida. A oração nos traz de novo a sensibilidade humana, muitas vezes, esquecida em nosso cotidiano. Quem reza também se compromete. Quem reza entende a dor e o sofrimento do outro. É impossível rezar e ficar de braços cruzados, sem perceber o sofrimento de tantos irmãos sofredores. A oração conduz a um apostolado fecundo.
Contemplar a Palavra: - É necessário contemplar a Palavra, isto é, o Verbo que se encarnou, o Filho de Deus feito Homem. São João nos diz: - “Nós contemplamos a Palavra da Vida” (1Jo 1,1). Quem contempla também vai se comprometer com os valores do Reino, vai sempre mais percebendo qual é a autêntica vontade de Deus sobre sua vida. A contemplação permite o discernimento em profundidade. O próprio Jesus manda examinar as Escrituras como fonte de vida: - “Examinai as Escrituras porque julgais ter nelas a vida eterna; ora são elas que dão testemunho de mim” (Jo 5,39). O verbo “examinar” tem aqui o sentido de contemplar. A contemplação não tem nada de alucinação, desequilíbrio emocional ou até mesmo fanatismo. Não se pode forçar uma contemplação. Ela brota espontânea de uma atitude orante. Não basta pensar em Deus, é preciso unir-se sempre mais a ele. É através da contemplação que a pessoa encontra o equilíbrio interior e um estado de harmonia e paz. Neste espaço de Deus as feridas do coração vão sendo curadas. Na contemplação precisamos estar dispostos a nos assumir do jeito que somos diante de Deus. O ponto mais alto da ascese cristã é a contemplação.
Coração orante e contemplativo: - Eis o segredo de toda força missionária. A Lectio Divina é a base necessária de toda a vida cristã. A vida espiritual do cristão é a Sagrada Escritura lida, meditada, rezada e contemplada. Isso é compromisso de cada dia. A leitura orante não é exercício isolado do cristão, pois ele está em comunhão com toda a Igreja. Conforme Orígenes, o “cristão perfeito” é aquele que sabe ler as Escrituras. E no dizer de São Jerônimo, “desconhecer a Escritura é desconhecer Cristo”. Também Santo Ambrósio pede que a leitura da Palavra de Deus seja contínua e diária: - “Tenham, diariamente nas mãos a Sagrada Escritura, a fim de adquirir o conhecimento de cristo”.
Textos para oração:
- 2Timóteo 3,1-17: Toda a Escritura é inspirada por Deus.
- Atos 17,1-34: Os ensinamentos de Paulo a partir das Escrituras.
Pe. Agenor Girardi

SANTO DO DIA - SÃO NILO - 12 DE SETEMBRO





Neste dia mergulhamos na história de São Nilo, onde encontramos um exemplar cristão que viveu no sul da Itália e no fim do primeiro milênio. Nilo, chamado o Jovem, fazia parte de uma nobre família de origem grega, por isso foi considerado o último elo entre a cultura grega e a latina.
Era casado e funcionário do governo de Constantinopla, com o nascimento de uma filha, acabou viúvo e depois descobriu sua vocação à vida monástica, segundo a Regra de São Basílio. Após várias mudanças acabou se fixando em Monte Cassino, perto da famosa abadia beneditina.
Seu testemunho atraiu a muitos, tendo assim a felicidade de fundar vários mosteiros no Sul da Itália, com o cotidiano pautado pelo trabalho e oração. No trabalho, além da agricultura, transcrevia manuscritos antigos, introduziu um sistema taquigráfico (ítalo-grego) e compôs hinos sacros.
São Nilo realizou várias romarias aos túmulos dos santos Pedro e Paulo, aproveitando para enriquecer as bibliotecas de Roma, até que a pedido de Gregório, Nilo fundou um mosteiro em Grottaferrata, perto de Roma.
Este pacificador da política e guerras da época, teve grande importância para a história da Igreja, e na consolidação da vida monástica. Morreu com noventa e cinco anos de idade, no dia 25 de setembro de 1005.



São Nilo, rogai por nós!

EVANGELHO 12 DE SETEMBRO DE 2011.

Ano A - Dia: 12/09/2011



Não sou digno de que entres em minha casa...

Lc 7,1-10

...Jesus entrou em Cafarnaum. Havia um centurião que tinha um servo a quem estimava muito. Estava doente, à beira da morte..., o centurião mandou alguns anciãos dos judeus pedir-lhe que viesse curar o seu servo. Quando eles chegaram a Jesus, recomendaram com insistência: "Ele merece este favor, porque ama o nosso povo...". Jesus foi com eles. Quando já estava perto da casa, o centurião mandou alguns amigos dizer-lhe: "Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa... Mas dize uma palavra, e meu servo ficará curado. Pois eu, mesmo na posição de subalterno, tenho soldados sob as minhas ordens, e se ordeno a um: 'Vai!', ele vai...". Ao ouvir isso, Jesus ficou admirado. Voltou-se para a multidão que o seguia e disse: "Eu vos digo que nem mesmo em Israel encontrei uma fé tão grande". Aqueles que tinham sido enviados voltaram para a casa do centurião e encontraram o servo em perfeita saúde.

domingo, 11 de setembro de 2011

SANTO DO DIA - SÃO JOÃO GABRIEL PERBOYRE - 11 DE SETEMBRO





João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Mongesty (França), numa família de agricultores, numerosa e profundamente cristã. Era o primeiro dos oito filhos do casal, sendo educado para seguir a profissão do pai.
Mas o menino era muito piedoso, demonstrando desde a infância sua vocação religiosa. Assim, aos quatorze anos, junto com dois de seus irmãos, Luís e Tiago, decidiu seguir o exemplo do seu tio Jacques Perboyre, que era sacerdote. Ingressou na Congregação da missão fundada por São Vicente de Paulo para tornar-se um padre vicentino ou lazarista, como também são chamados os sacerdotes desta Ordem.
João Gabriel recebeu a ordenação sacerdotal em 1826. Ficou alguns anos em Paris, como professor e diretor nos seminários vicentinos. Porém seu desejo era ser um missionário na China, onde os vicentinos atuavam e onde, recentemente, Padre Clet fora martirizado.
Em 1832, seu irmão, Padre Luís foi designado para lá. Mas ele morreu em pleno mar, antes de chegar nas Missões na China. Foi assim que João Gabriel pediu para substituí-lo. Foi atendido e, três anos depois, em 1835, chegou em Macau, deixando assim registrado: "Eis-me aqui. Bendito o Senhor que me guiou e trouxe". Na Missão, aprendeu a disfarçar-se de chinês, porque a presença de estrangeiros era proibida por lei. Estudou o idioma e os costumes e seguiu para ser missionário nas dioceses Ho-Nan e Hou-Pé.
Entretanto foi denunciado e preso na perseguição de 1839. Permaneceu um ano no cativeiro, sofrendo torturas cruéis, até ser amarrado a uma cruz e estrangulado, no dia 11 de setembro de 1840.
Beatificado em 1889, João Gabriel Perboyre foi proclamado santo pelo Papa João Paulo II em 1996. Festejado no dia de sua morte, tornou-se o primeiro missionário da China a ser declarado santo pela Igreja.



Oração à São João Gabriel Perboyre

Ó Deus, Pai de misericórdia, eu te peço por todos os povos da Terra, para que sintam na sua história a presença de Deus portadora de liberdade, dignidade, promoção humana, esperança para esta vida e para a outra. Amém.


Bem-aventurado João Gabriel Perboyre, rogai por nós.









A infalibilidade Papal


Vimos que Jesus Cristo fundou uma Igreja hierárquica, conferindo aos Apóstolos e aos Bispos, seus sucessores, os poderes de ensinar, de santificar e de governar. Demonstraremos agora que Jesus ligou ao poder de ensinar o privilégio da "infalibilidade".
Conceito: A infalibilidade é a garantia de preservação de todo erro doutrinal pela assistência do Espírito Santo. Não é simples inerrância de fato, mas de direito. Portanto, não se deve confundir a infalibilidade com a "inspiração", que consiste no impulso divino que leva os escritores sagrados a escreverem o que Deus quer; e nem com a "revelação", que supõe a manifestação duma verdade antes ignorada. O privilégio da Infalibilidade não faz com que a Igreja descubra verdades novas; garante-lhe somente que, devido à assistência divina, não pode errar nem, por conseqüência, induzir em erro, no que respeita a questões de Fé ou moral.
Todavia, não se confunde a "infalibilidade" com a "impecabilidade". A Igreja nunca defendeu a tese de que o Papa não pudesse cometer pecados. O Papa é infalível quando segue as normas da infalibilidade, falando à toda a Igreja, como sucessor de S. Pedro, em matéria de Fé e Moral, definindo uma verdade que deve ser acatada por todos. Em sua vida privada - ou quando não utilizando a fórmula da infalibilidade -, o Papa pode cometer erros e até pecados.

EVANGELHO 11 DE SETEMBRO DE 2011.

Ano A - Dia: 11/09/2011



Eu te pagarei

Mt 18,21-35

Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: "Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo'. Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida. Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Paga o que me deves'. O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei'. Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: 'Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão".

sábado, 10 de setembro de 2011

SANTO DO DIA - SÃO NICOLAU DE TOLENTINO - 10 DE SETEMBRO






O santo de hoje nasceu na Itália em 1245 dentro de uma família muito religiosa. Seus pais, não podendo ter filhos e para conseguir do Céu a graça de que lhes chegasse algum herdeiro, fizeram uma peregrinação ao Santuário de São Nicolau de Mira na cidade de Bari. No ano seguinte, nasceu este menino e em agradecimento ao santo que lhes tinha conseguido o presente do Céu, puseram-lhe por nome Nicolau.
Com vinte anos, Nicolau ficou impressionado com a pregação de um monge eremita agostiniano. A partir disso, acolheu o desafio da vida monástica como eremita. Ordenado sacerdote em 1270, foi visitar um convento de sua comunidade e lhe pareceu muito formoso e muito confortável e dispôs pedir que o deixassem ali, mas ao chegar à capela ouviu uma voz que lhe dizia: "A Tolentino, a Tolentino, ali perseverará". Comunicou esta notícia a seus superiores, e a essa cidade o mandaram.
Ao chegar a Tolentino se deu conta de que a cidade estava arruinada moralmente por uma espécie de guerra civil entre dois partidos políticos, o guelfos e os gibelinos, que se odiavam até a morte. E se propôs dedicar-se a pregar como recomenda São Paulo: "Oportuna e inoportunamente". E aos que não iam ao templo, pregava-lhes nas ruas.
São Nicolau percorria os bairros mais pobres da cidade consolando aos aflitos, levando os sacramentos aos moribundos, tratando de converter os pecadores, e levando a paz aos lares desunidos. Passava horas e horas no confessionário, absolvendo aos que se arrependiam ao escutar seus sermões.
São Nicolau de Tolentino viu em um sonho que um grande número de almas do Purgatório lhe suplicavam que oferecesse orações e missas por elas. Desde então dedicou-se a oferecer muitas Santas Missas pelo descanso das benditas almas.
Morreu em 10 de setembro de 1305, e quarenta anos depois de sua morte foi encontrado seu corpo incorrupto.


Oração de São Nicolau de Tolentino

Oh! glorioso Taumaturgo e Protetor das almas do purgatório, São Nicolau de Tolentino!

Com todo o afeto de minha alma te rogo que interponhas tua poderosa intercessão em favor dessas almas benditas, conseguindo da divina clemência a remissão de todos os seus delitos e suas penas, para que saindo daquele tenebroso cárcere de dores, possam a ter no céu a visão beatífica de Deus.

E a mim, teu devoto servo, alcançai-me, oh! grande santo!, a mais viva compaixão e a mais ardente caridade até aquelas almas queridas.

Amém.

São Nicolau de Tolentino, rogai por nós.

São Nicolau de Tolentino, rogai vos pedimos pelas Santas Almas do purgatório.




São Nicolau de Tolentino, rogai por nós!

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