WebRádio Trindade Santa: Janeiro 2015

sábado, 31 de janeiro de 2015

SANTO DO DIA

31JAN

São João Bosco, um homem voltado para o céu

São João BoscoNasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.
Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.
Dom Bosco, criador dos oratórios; catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.
Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.
São João Bosco, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA

ANO B - DIA 31/01



Mestre, não te importa que estejamos perecendo? - Mc 4, 35-41

Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse aos discípulos: “Passemos para a outra margem!”. [...] Veio, então, uma ventania tão forte que as ondas se jogavam dentro do barco; e este se enchia de água. Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram-lhe: “Mestre, não te importa que estejamos perecendo?”. Ele se levantou e repreendeu o vento e o mar: “Silêncio! Cala-te!”. O vento parou, e fez-se uma grande calmaria. Jesus disse-lhes então: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”. Eles sentiram grande temor e comentavam uns com os outros: “Quem é este, a quem obedecem até o vento e o mar?”.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

SANTO DO DIA

30JAN

Santa Jacinta Marescotti, mestra das noviças e superiora num convento

Santa Jacinta MarescottiEm Roma, em 1585, nasceu Jacinta, dentro de uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas que possuía, principalmente, a devoção, o amor acima de tudo. Seus pais faziam de tudo para que os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação.
Jacinta Marescotti que, então, tinha como nome de batismo Clarisse, foi colocada num convento para a sua educação, numa escola franciscana, juntamente com as irmãs. Uma das irmãs dela já era religiosa franciscana.
Crescendo na educação religiosa, com valores. No entanto, a boa formação sempre respeita a liberdade. Já moça e distante daqueles valores por opção, ela quis casar-se. Saiu da vida religiosa, começou a percorrer caminhos numa vida de pecados, entregue à vaidade, à formosura e aos prazeres. Enfim, ia se esvaziando. Até que outra irmã sua veio a se casar. Sua reação não foi de alegria ou de festa, pelo contrário, com inveja e revolta ela resolveu entrar novamente na vida religiosa.
A consequência foi muito linda, porque ao entrar nesse segundo tempo, ela voltou como estava: vazia, empurrada por ela própria, pela revolta. Lá dentro, ela foi visitada por sofrimentos. Seu pai, que tanto ela amava e que lhe dava respaldo material, faleceu, foi assassinado. Ela pegou uma enfermidade que a levou à beira da morte. Naquele momento de dor, ela pôde rever a sua vida e perceber o quanto Deus a amava e o quanto ela não correspondia a esse amor.
Arrependeu-se, quis confessar-se e o sacerdote foi muito firme, inspirado naquele momento a dizer: “Eu só entro para o sacramento da reconciliação se sair, do quarto dela, tudo aquilo que está marcado pelo luxo e pela vaidade”. Até as suas vestes eram de seda, diferente das outras irmãs. Ela aceitou, pois já estava num processo de conversão. Arrependeu-se, confessou-se e, dentro do convento, começou a converter-se.
Jacinta Marescotti de tal forma empenhou-se na vida de oração, de pobreza, de castidade e vivência da regra que tornou-se, mais tarde, mestra de noviças e superiora do convento.
Deus faz maravilhas na vida de quem se deixa converter pelo Seu amor.
Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA

ANO B - DIA 30/01


O Reino de Deus exige paciência e esperança - Mc 4, 26-34

O Reino de Deus é como quando alguém lança a semente na terra. Quer ele esteja dormindo ou acordado, de dia ou de noite, a semente germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra produz o fruto por si mesma: primeiro aparecem as folhas, depois a espiga e, finalmente, os grãos que enchem a espiga. Ora, logo que o fruto está maduro, mete-se a foice, pois o tempo da colheita chegou. [...] Com que ainda podemos comparar o Reino de Deus? [...] É como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeada, cresce e se torna maior que todas as outras hortaliças [...].

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

SANTO DO DIA

29JAN

São Pedro Nolasco, devoto da Santíssima Virgem

São Pedro NolascoNo século XII, uma família francesa teve a graça de ter como filho o pequeno Pedro Nolasco que, desde jovem, já dava sinais de sensibilidade com o sofrimento alheio. Foi crescendo, formando-se, entrou em seus estudos humanísticos e, ao término deles, numa vida de oração, penitência e caridade ativa, São Pedro Nolasco sempre buscou viver aquilo que está na Palavra de Deus.
Desde pequeno, um homem centrado no essencial, na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo; um homem devoto da Santíssima Virgem.
No período de São Pedro Nolasco, muitos cristãos eram presos, feitos escravos por povos não-cristãos. Eles não só viviam uma outra religião – ou religião nenhuma –, como atrapalhavam os cristãos.
São Pedro Nolasco, tendo terminado os estudos humanísticos e ficando órfão, herdou uma grande herança. Ao ir para a Espanha, deparou-se com aquele sofrimento moral e também físico de muitos cristãos que foram presos e feitos escravos. Então, deu toda a sua herança para o resgate de 300 deles. Mais do que um ato de caridade, ali já estava nascendo uma nova ordem; um carisma estava surgindo para corresponder àquela necessidade da Igreja e dos cristãos. Mais tarde, fez o voto de castidade, de pobreza e obediência; foi quando nasceu a ordem dedicada à Santíssima Virgem das Mercês para resgatar os escravos, ir ao encontro daqueles filhos de Deus que estavam sofrendo incompreensões e perseguições.
Em 1256, ele partiu para a glória sabendo que ele, seus filhos espirituais e sua ordem – que foi abençoada pela Igreja e reconhecida pelo rei – já tinham resgatado muitos cristãos da escravidão.
Peçamos a intercessão deste santo para que estejamos atentos à vontade de Deus e ao que Ele quer fazer através de nós.
São Pedro Nolasco, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA

ANO B - DIA 29/01



Somos luz - Mc 4, 21-25

Jesus dizia-lhes: “Será que a lâmpada vem para ficar debaixo de uma caixa ou debaixo da cama? Pelo contrário, não é ela posta no candelabro? De fato, nada há de escondido que não venha a ser descoberto; e nada acontece em segredo que não venha a se tornar público. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”. Jesus dizia-lhes: “Considerai bem o que ouvis! A medida que usardes para os outros, servirá também para vós, e vos será acrescentado ainda mais. A quem tem, será dado; e a quem não tem, será tirado até o que tem”.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Onde você tem edificado a sua família?

“Reforma é coisa boa, só reformamos o que tem valor para nós, o que não tem valor jogamos fora”, ressalta Padre Chrystian

 Para que possamos ter uma reflexão que transforme as nossas famílias convido você a abrir as escrituras em Mateus: “Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha.

Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia.
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína” (Mateus 7, 24 – 27).

 Não somos chamados a edificar a nossa casa esperando que as coisas aconteçam, mas tendo atitudes concretas. Muitas vezes, nos reunimos em rodinhas de conversas e reclamamos da vida, do cônjuge e dos filhos e assim se tem impressão de que quem reclama do que está ruim quer melhorar, mas é mentira. O que prova que queremos mudar são as nossas atitudes concretas.

 O primeiro homem deste Evangelho construiu a sua casa sobre a rocha que é Jesus, já o segundo construiu sobre a areia. Veja o que a Palavra de Deus está nos dizendo, você é o construtor da sua vida e da sua família. Não podemos deixar a rocha para construir a nossa casa sobre a areia. Antes de procurar uma bênção é preciso criar vergonha, tomar decisão e construir a casa. Se você faz o que é errado, Deus não vai compactuar com você. Mais cedo ou mais tarde sua casa vai desmoronar.

 Deus está dando a você uma oportunidade de construir a sua vida, casamento, lar sobre a rocha que é Jesus Cristo e são as nossas ações que erguem nossa casa sobre a rocha. Quando os problemas vierem saberemos recorrer ao Senhor porque a nossa casa está sobre a rocha que é Jesus.

 O tema desta pregação é: “Famílias edificadas para um mundo novo”, precisamos compreender o significado da Palavra edificar, alguns de seus significados é: construir; erigir uma construção; fundar; instituir; infundir sentimentos morais e religiosos. Edificar é sempre uma coisa boa. Muitos gostam de fruta, temos um grande exemplo com elas. Elas levam tempo para ficarem boas e para isto exige paciência. As frutas não nascem maduras, é preciso esperar um tempo para elas ficarem saborosas. A paciência é uma virtude que precisamos ter em nossas famílias.

O bom da fruta não é ela nem verde, nem madura; enquanto está verde, está imprópria para consumo, quando está madura está perto de apodrecer. A fruta boa é enquanto amadurece, este é o melhor estágio. Quero dizer com isso, se você puder escolher um destes estágios dentro de sua família, escolha o estágio de amadurecimento, fica melhor a cada dia.

Cuidado com a autossuficiência, você pode ser uma fruta podre, estar achando que sabe demais, ser um chato e apodrecer os outros. Nossa família precisa passar por uma reforma. Reforma é coisa boa, só reformamos o que tem valor para nós, o que não tem valor jogamos fora. Nossa família para ser edificada precisa de uma reforma. Reformar quer dizer colocar na forma de novo. Será que não precisamos de uma reforma para os maridos e as esposas? Hoje todos querem ser reformados por fora, está na hora de reformar o coração. Existem muitas famílias bonitas por fora, mas por dentro não há amor, não há carinho, não há diálogo.

 Quatro pontos concretos, para você guardar no coração, e restaurar sua família:

 1º Passo: Relacionamento com Deus: Não acredito em mudança sem Deus. A reforma de que precisamos passa pelo nosso relacionamento com Deus. Rezar antes de conversas com a esposa e os filhos sobre um assunto delicado. A oração me faz ver o invisível. Quando você reza, tem certeza de que aquilo que não vê é realidade, a oração abre os nossos olhos da fé. Existem muitos casais brigando, pais e filhos que não combinam porque não rezam. Existem muitas tentações querendo fazer com que você se separe, com que seus filhos caiam nas drogas, na perdição. A nossa luta não é contra a carne, mas contra os principados.

 2º passo: Precisamos fazer de nossa casa um ninho de amor. No ninho os passarinhos dão de comer aos filhotes, defendem do inimigo, quando os filhotes criam pena a fêmea voa do ninho para buscar mais comida. Você se sente a vontade em estar com sua família? Sente-se bem? Podemos gostar de vários lugares, não há melhor lugar que a nossa casa a nossa família. Tenha pressa para estar com sua família, para voltar para casa. Transforme a sua casa em um ninho de amor

 3º passo: Reunião familiar semanal. Marque no seu calendário um dia para sua família ficar junta. Reúna sua família, assistam um filme, joguem, rezem. Família que se reúne é mais feliz! Peçam perdão os que não conseguem se reunir mais por causa das mágoas e voltem a se reunir.

 4º passo: Frequência a casa de Deus. “Bendito seja Deus que nos uniu no amor de Cristo”, é necessário frequentar a casa de Deus, vá ao sacrário, fale com Jesus, leve a sua vida para o Senhor. Frequentar a casa de Deus torna a nossa vida melhor.

 Reze, o Espírito Santo tem o poder de nos amadurecer. Quando estamos verdes o Espírito Santo pode nos amadurecer e nos tornar melhores.

 Transcrição e adaptação: Rogéria Nair

Servir apenas a Deus!

Para amar um senhor, investir totalmente nele, e servi-lo de todo o coração, é preciso rejeitar o outro “Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro” (Mt 6,24). Nossa tentativa de ter dois senhores é ingênua. O próprio Jesus nos esclarece: “Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro”. Amar e odiar são sentimentos contrários. Para amar um senhor, investir totalmente nele e servi-lo de todo o coração é preciso rejeitar o outro. Jesus conclui: “Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro”. Note que a palavra “dinheiro” está com letra maiúscula, porque, naquele tempo, existia entre os pagãos um deus do dinheiro. Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SANTO DO DIA

05JAN

São João Nepomuceno Neumann, defensor da liberdade

São João Nepomuceno NeumannSão João Nepomuceno Neumann, natural de Boêmia, nasceu no ano de 1911. Ao ser despertado para o chamado à vida sacerdotal, fez toda a sua formação, mas foi acolhido nos Estados Unidos, em Nova York, pelo Bispo Dom João. Ali, foi ordenado. Como padre, buscou ser fiel à vontade do Senhor. São João pertenceu a congregação dos padres redentoristas e, ao exercer vários cargos, sempre foi marcado pelo serviço de humildade, de ser servo de Deus e servir ao Senhor por amor aos irmãos.
O Espírito Santo pôde contar com ele também para o episcopado, ser um dos sucessores dos apóstolos. Como bispo, participou em cerca de oitenta igrejas e cerca de cem colégios; até a própria Sé, na Filadélfia, foi construída através do seu serviço, do seu ministério episcopal.
São João Nepomuceno Neumann, modelo de pastor e defensor da liberdade que salva e liberta. Uma imagem, um reflexo do Bom Pastor.
Em 1960, ele partiu para a glória do Senhor.
São João Nepomuceno Neumann, rogai por nós!

domingo, 4 de janeiro de 2015

SANTO DO DIA

04JAN

Santa Ângela de Foligno

Santa Ângela de FolignoNasceu na Itália, no ano de 1248, em Foligno, próximo a Roma, numa família muito abastada. Mas, infelizmente, não vivia a maior riqueza, que é o amor a Deus. Dentro deste ambiente indiferente a Deus e à Igreja, amenina foi crescendo. Ela foi para o sacramento do matrimônio, teve vários filhos, mas, infelizmente, tanto os filhos e depois o esposo faleceram. Imagine como estava o coração dessa mulher! Mas, deixando-se levar por uma vida distante de Deus, entregava-se às festas, às vaidades, cada vez mais longe de Deus e dela mesma, até que sentiu o toque da misericórdia do Senhor. Ela tocou o seu vazio existencial. Foi quando recorreu à Virgem Maria e buscou o sacramento da reconciliação.
Ela tinha 40 anos quando se abriu para esse processo maravilhoso que se chama conversão. Numa peregrinação a Assis, ela fez uma profunda experiência com o amor de Deus. Doou todos os seus bens aos pobres, entrou para a família franciscana na ordem terceira, viveu uma vida reclusa e saía para peregrinações em Assis.
Santa Ângela foi instrumento de conversão a partir do momento em que se abriu e levou muito a sério sua vida de conversão.
Santa Ângela de Foligno, rogai por nós!

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